Elfling Archives:

Raízes consonantais em -r

O estudioso norueguês Helge Fauskanger traz uma teoria interessante sobre o pretérito de raízes que terminam em -r:
PE17:168 permite um novo insight em uma das classes de verbos.
Tolkien lista alí a raiz SRIS, significando “neve”, da qual o presente hríza “está nevando” deriva (Quenya exílico *hríra). Então ele dá o pretérito como hrinse, ou o [...]

Não é exatamente a mesma língua

Há quase um mês, houveram duas grandes discussões na Elfling, uma delas envolvendo, como não poderia deixar de ser, Helge Fauskanger e a Equipe Editorial. A discussão em si não é o assunto deste post, mas sim uma mensagem do estudioso americano Carl Hostetter.
Resumindo, o Helge desafiou qualquer um a mostrar onde três frases em [...]

Asfaloth

É claro, muita gente deve conhecer a cena: O “jovem” Frodo (Você sabia que Frodo tinha 50 anos de idade na Guerra do Anel? Tamanho não é documento…) sendo perseguido por nove Espectros do Anel a cavalo em um bosque, dependendo apenas da velocidade do cavalo em que está montado para sobreviver.
O cavalo era [...]

Elfling: Qualidade do élfico dos filmes do SdA (Parte 2)

Esta é a segunda parte da discussão sobre a qualidade do élfico dos filmes d’O Senhor dos Anéis. Se você não leu a primeira parte, pode acessá-la por este link.
Na mensagem 33732, Bill Welden (membro da E.L.F.) escreveu (todas as ênfases são minhas):
Então, Matthew. Digamos que [Peter Jackson et alii] conseguissem que o próprio Tolkien [...]

Elfling: Qualidade do élfico dos filmes do SdA (Parte 1)

No dia 21 de dezembro, a mensagem 33718 da lista Elfling iniciou uma das mais extensas e divertidas discussões sobre o uso pós-Tolkien das suas línguas, rotulados de Neo-Quenya e Neo-Sindarin. Até hoje (6/1/2007) foram escritas 30 mensagens discutindo o tópico, 25 na lista Elfling, 5 na lista Elfling-D (esta última foi criada para aqueles [...]

Elfling: Línguas élficas com “sabores” diferentes

Tolkien criava línguas pelo puro prazer que a atividade lhe dava. Este prazer vinha, mais do que tudo, da necessidade estética que Tolkien sentia: a sua língua dos sonhos precisava ser bela, antes mesmo de possuir uma gramática elaborada. Isto torna as línguas élficas fundamentalmente diferentes do Esperanto e do Klingon.
Contudo, Tolkien não está sozinho [...]

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